Dicas práticas! 13 frases para seu filho te ouvir!

Fiz um post, há poucos dias, onde abordei 7 estratégias para ser ouvido pelo seu filho. Caso você tenha interesse em retoma-lo, acesse: http://milenaloguercio.com.br/7-estrategias-para-ser-ouvida-pelo-seu-filho/

Dando continuidade nesse assunto, quero que você reflita sobre os seus comportamentos no dia a dia por que de maneira geral, as crianças costumam refletir as nossas práticas comportamentais. Muitas vezes, ao modificarmos nossa maneira de se comportar, temos um reflexo imediato no comportamento dos pequenos.

Muitas vezes, dentro da preocupação em evoluir os comportamentos dos filhos, ao invés de investirmos na conexão, acabamos nos tornando mais controladores de filhos e voltamos o foco da educação para a negatividade: buscamos “tolerar” ao ensinar, criticar ao ser empático.

Coloque uma coisa em sua cabeça: converse com seus filhos da forma como você gostaria que conversassem com você, sob qualquer ponto de vista de qualquer assunto que queira abordar, pense sempre em “como eu gostaria que falassem comigo?” Você verá como os frutos serão colhidos naturalmente dessa relação.

Não pense você que será uma tarefa fácil! Na teoria é lindo, na prática, muitas vezes, cansativo! Cada dia que passa você tem mais certeza de que dar um grito, um tapa, colocar de castigo é o caminho “mais fácil” por que ainda ajuda a aliviar o estresse, a ganhar uma disputa, entre outras coisas, mas não a educar positivamente. E como sempre gosto de lembrar: qual a matéria que você estudou e aprendeu com mais vontade e talvez se recorde até hoje?

Normalmente, a resposta está vinculada àquele professor mais respeitoso, mais animado, mais envolvente… Não me recordo de ouvir alguém mencionar que foi o professor que mais tenha repreendido!

Independente de qualquer coisa, pense em um dia de cada vez, esforce-se para ser melhor no momento posterior, siga com confiança.

Pensando nessas dificuldades do “meio do caminho”, trouxe algumas frases sugestivas para você “apertar o reset” e recomeçar com seu filho sempre que precisar:

1-) “O QUE VOCÊ LEMBRA SOBRE O QUE CONVERSAMOS?”

Ao invés de: “CUIDADO!”

Muitas vezes, ao receber a mesma instrução repetidamente, a criança tende a não responder mais ao comando prontamente. Ela passa a bloquear determinada solicitação, então aquele combinado para de funcionar.

Ao questionarmos a criança sobre “o que ela lembra sobre o combinado” a retiramos de uma posição passiva, damos voz a essa criança bem como pensamento reflexivo. Ao permitir que ela reflita e retome os combinados, você pode reafirmar a importância do cuidado em determinada situação. Além disso, ao abrir um diálogo, você consegue propor novamente os detalhes do que é importante para você e ser ouvido, dessa vez.

2-) “POR FAVOR, FALE DEVAGAR!”

“FALE BAIXINHO”

“FALE DE FORMA SUAVE (CARINHOSA)”

Ao invés de “Fique quieto” ou “Pare de gritar”

Ao invés de disputar o tom de voz com a criança, quando ela estiver gritando, falando alto, chamando a atenção; experimente sussurrar. Você verá que não terá mais a necessidade de disputar quem será ouvido por que na maioria das vezes a criança iniciará um esforço para te escutar.

3-) “VOCÊ PREFERE FAZER ISSO SOZINHO OU PREFERE QUE EU TE AJUDE?”

Ao invés de: “Já pedi mil vezes, vai AGORA”

Um exemplo para ilustrar essa situação: você está de saída, pede para que a criança coloque o sapato e nada… Num determinado momento, você pode sugerir: “você prefere colocar o calçado sozinho ou quer a minha ajuda?”

É impressionante como uma criança muda positivamente quando a fornecemos o poder de decisão. Quando você proporciona escolhas a ela, as habilidades de pensamento crítico sobressaem à tentação de desafiar você.

4-) “O QUE VOCÊ APRENDEU COM ESSE ERRO?”

Ao invés de: “Que vergonha”, “Que feio”

Conversando sobre o que foi aprendido a partir de uma situação é muito mais produtivo e motivador para a criança. No futuro, além de ter como bagagem a reflexão do que aconteceu anteriormente, terá algo ainda mais valioso para a vida que é compreender que não precisa ter vergonha de assumir os seus erros, por exemplo.

5-) “POR FAVOR……………………………………..”

Ao invés de “Não” ou “Pare com isso”

Eu já falei sobre esse “não” na comunicação dos nossos filhos e o quanto seria valiosos invertermos essas sentenças para o positivo. Vou deixar o vídeo aqui para você entender o raciocínio:

Se eu tiver que acrescentar algo novo do que trouxe nesse vídeo, eu diria que é importante que seu filho conheça o que “SIM”, o que ele “PODE”, o que você “ESPERA DELE”. Deixe claro!

6-) “VOCÊ QUER IR EMBORA AGORA OU DAQUI 10 MINUTOS?”

Ao invés de: “Hora de ir”, “Chega”, “Acabou”

Como falei anteriormente, nesse mesmo post, as crianças gostam de sentir que tem o poder de decisão. Sabe a dificuldade de ir embora de uma festa, por exemplo? Ou de fazê-los ir para a cama na hora que você determinou? Pois bem, programe-se para chegar no seu filho com um pouco de antecedência e diga: “Você quer ir agora ou quer que eu conte 10 minutos”. É impressionante a forma como eles recebem a ordem de ir embora quando eles puderam participar dessa decisão.

Ao receber a resposta óbvia (rs) “daqui 10 minutos”, explique que você virá avisa-lo e que vocês têm um acordo firmado: “acabaram os 10 minutos, hora de ir”. Verá como será diferente ir embora dessa festa, ou ir deitar, etc…

7-) “VAMOS COLOCAR ESSE BRINQUEDO NA SUA LISTA DE PRESENTES DE ANIVERSÁRIO”

Ao invés de: “eu disse não”, “não vim comprar brinquedos”

Pode explicar que não estava preparado para comprar aquele brinquedo e que vocês podem coloca-lo numa lista de data especial para que ele ganhe!

8-.) “RESPIRE, SE ACALME, AGORA DIGA O QUE VOCÊ QUER”

Ao invés de: “Para de chorar”

Por trás do choro da criança, tem um sentimento legítimos. Precisamos valida-lo, porém fica realmente difícil entender o que querem, pensam ou sentem quando tentar se expressar chorando.

Por vezes, pedir “pare de chorar” pode irritá-lo mais e dificultar ainda mais o diálogo. Assim, eu costumo explicar para meus filhos: “eu não consigo te entender quando você fala chorando, você pode se acalmar para a gente conversar?”

Sempre para ajuda-los a se acalmar, sugiro que eles respirem. Sempre funciona!

9-) “EU PRECISO QUE VOCÊ………………………”

Ao invés de: “Para com isso”

Um exemplo: Você está num estacionamento, seu filho tem costume de sair correndo, então você diz: “eu preciso que você ande como uma tartaruga ao invés de um cavalo de corrida!” Ao invés de “Pare de correr”

Partindo do mesmo princípio do item de “dizer não, sem dizer não”, acrescentando um fator desafiador meio de “brincadeira” até: ser uma tartaruga no lugar de um cavalo de corrida! Tende a receber uma resposta positiva da criança!

10-) “TUDO BEM CHORAR”

Ao invés de: “Parece um bebê”, “Pare de chorar”, “Chora por tudo”

As crianças irão lidar melhor com as situações e superarão melhor seus sentimentos quando não se sentirem pressionadas ou forçadas a parar de chorar.

Quando seu filho entende que sofrer faz parte da vida, do processo de crescimento e do fato de ser humano; ele cria mecanismos para lidar melhor com seus sentimentos e além disso, com sua auto-estima.

11-) “EU TE AMO, INDEPENDENTE DE QUALQUER COISA”

Ao invés de: “Não gosto de você assim”, “não vou te abraçar desse jeito”

O amor incondicional deve estar acima de todos os posicionamentos da Educação com enfoque positivo. Nossos filhos não podem vincular a dependência do nosso amor ao “bom comportamento” deles. Nós o amamos de todo nosso coração, independente do que aconteça.

Deixa-los sempre com essa certeza do nosso amor é por si só um fator motivador para o bom comportamento. Ter essa convicção faz com que o mau comportamento diminua automaticamente.

Um exemplo de situação onde você pode colocar em prática esse item seria: “Eu te amo, independente do seu comportamento, e eu gostaria que você pedisse o brinquedo para o seu irmão da próxima vez ao invés de pega-lo.”

12-) “SUA OPINIÃO É IMPORTANTE, EU GOSTARIA QUE VOCÊ DECIDISSE”

Ao invés de: “Eu não me importo”, “Por mim tanto faz”

Aproveite situações nas quais você estará bem com qualquer decisão tomada e dê o poder para que seu filho escolha. Eles amam se sentirem líderes, em alguns momentos chega a ser mágico o poder que damos para ele decidirem por que eles acabam respeitando ainda mais nossas decisões. Além disso, mostramos que respeitamos a opinião deles e ainda ajudamos no aprendizado de tomadas de decisões. Aproveite cada oportunidade!

13-) “COMO VOCÊ ESTÁ SE SENTINDO?”

Ao invés de: “Não precisa ficar triste por isso”, “Isso não é motivo para chorar”

Estamos fazendo um bem impagável para nossos filhos quando os ajudamos a identificar os seus sentimentos, nomeá-los e aos poucos lidar com eles.

As crianças começam a sentir-se a vontade para expor suas emoções ao invés de nega-las e tentar fazer com que elas desapareçam.

Mais dicas sobre disciplina positiva? Acesse:

Você também pode me enviar suas dúvidas nos comentários desse post ou através do meu e-mail: contato@milenaloguercio.com.br

Muitos Beijos!!!

7 ESTRATÉGIAS PARA SER OUVIDA PELO SEU FILHO

Estou sempre abordando assuntos sobre como disciplinar os filhos agindo positivamente tanto aqui no blog quanto lá no meu canal do Youtube. No final desse post, deixarei alguns links caso você tenha interesse em outros assuntos dentro da Disciplina Positiva.

Há quem critique o método da disciplina positiva e já andei até desmistificando-a em alguns vídeos do meu canal. O fato é que, quando agimos de maneira positiva com nossos filhos, dentre a educação propriamente dita, estamos oferecendo também exemplos de como lidar com situações adversas, agindo positivamente; sem violência, raiva ou ressentimento.

Encontrar estratégias para disciplinar nossos filhos oferecendo confiança e respeito por meio da comunicação ao invés de punições severas tem sido desafiador tanto na prática materna quanto profissional para mim. Desafio esse que agarro dia a dia com unhas e dentes e sempre que posso, trago ideias para facilitar o dia a dia de quem me acompanha.

QUE TIPO DE ESTRATÉGIA POSITIVA PODEMOS USAR PARA UMA CRIANÇA QUE NÃO NOS OUVE?

Se você estiver passando por esse tipo de dificuldade, leve em consideração:

REFLITA: POR QUE MEU FILHO NÃO ME ESCUTA?

Antes de qualquer coisa, é importante tentar entender a causa. Dentro da psicologia nós buscamos sempre o que está por trás do comportamento.

A IDADE DA CRIANÇA:

Dependendo a idade dela, realmente não terá condições de ouvir, interpretar e executar tudo o que é passado para ela. Precisamos levar em consideração a maturidade da criança para disciplina-la. Então, certifique-se de que o que você está pedindo esteja adequado ao nível de maturidade do seu pequeno. Leve em consideração que os acessos de raiva são esperados quando a criança não consegue expor tudo o que está pensando, querendo ou sentindo.

AS NECESSIDADES BÁSICAS DO SEU FILHO ESTÃO SENDO SUPRIDAS?

Não tenho dúvida de que você procura supri-las incansavelmente. Porém, dependendo do que esteja acontecendo, em determinado momento, a criança pode estar manifestando: fome, cansaço, sono, vontade de ir ao banheiro ou de trocar a fralda.

Uma das possíveis razões para que ele não te escute é cansaço, estresse, fome.

Não pense que é algo tão difícil estar no meio das suas tarefas diárias, a rotina gritando na sua consciência, você correndo para dar contar de tudo, acabar por esquecer de detalhes tão relevantes.

ESTÁ ACONTECENDO ALGO DIFERENTE NA VIDA DESSA CRIANÇA NO MOMENTO?

Seu filho te ouvia e de tempos para cá mudou o posicionamento? Observe se está acontecendo alguma outra particularidade com a vida dele. Por exemplo: dentes nascendo, mudança de postura relacionadas a faixa etária, etc.

Quando a criança é pequena, não consegue verbalizar suas dificuldades.

Já com os maiorezinhos, observe se estão passando por algum sofrimento na escola, familiar, mudanças importantes.

Na maioria das vezes, as crianças estão reagindo a situações nas quais estão com dificuldades de enfrentar.

É SOMENTE UMA FASE?

Já ouviu falar no Terrible Two? E na Adolescência? As vezes, a criança está somente testando os seus limites mesmo. Ela precisa se certificar de “até onde eu posso ir”. E acredite! Para eles chega a ser bem divertido verem o que podem fazer conosco.

Meu filho mais novo está com 3 anos de idade e fica tão nítido quando eu peço para ele não espalhar todos os brinquedos, ou guardar um grupo de brinquedos para pegar outros. Quando vejo, ele já espalhou tudo. No momento em que vou conversar com ele, percebo, nitidamente, a dificuldade dele segurar o sorriso. Ele começa conversar e sem querer ele vai soltando sorrisos (safados, rs). Típico e muito nítido de testes para saber “até onde eu falo sério” ou “até onde ele me dobra”.

Essas fases tendem a evoluir e até a passar, o mais importante é que você seja consistente e fale sempre a mesma linguagem para que num determinado momento a sua solicitação internalize.

VOCÊ ESTÁ SENDO RAZOÁVEL?

Uma das coisas mais fantásticas da Disciplina Positiva é o fato de colocar nós pais para uma importante reflexão: Não deixamos de sermos humanos por que somos pais, assim, tem momentos em que estamos errados SIM.

Em alguns momentos, reflita: “Estou exigindo demais?”

“É possível ser mais coerente?”

“Cabe negociação?”

“Isso realmente é importante para o meu filho ou estou somente disputando poder?”

Levar em consideração que possamos estar equivocados, rever nossas solicitações ou até mesmo nos desculparmos quando necessário pode ser riquíssimo para essa relação de confiança mútua e de exemplo de que todos nós cometemos erros e do quanto é importante admiti-los.

Mesmo após levar todos esses pontos em consideração.

COMO POSSO AJUDAR MEU FILHO A ME OUVIR?

1-) NÃO PERCA A PACIÊNCIA:

Eu entendo que em alguns momentos pode ser muito frustrante e desgastante não conseguir atingir nossos objetivos enquanto pai ou mãe, mas perder a paciência é a última coisa que ajudará tanto você como seu filho a evoluir nesse estágio.

Mantenha a calma. Se necessário, afaste-se da situação para recompor suas energias e retorne quando estiver mais tranquilo.

2-) COMUNIQUE-SE:

Procure conversar de maneira apropriada. Desça ao nível dele, olhe nos olhos. Esteja disposto a ouvir também, seja compreensivo.

Quanto mais calmo e tranquilo você estiver, mas fácil será essa comunicação e mais disposta a criança ficará para conversar com você.

3-) EVITE OS GATILHOS:

Conheça seu filho, saiba o que desencadeia os comportamentos a serem evitados, evite sempre que puder. Muitas vezes, pais confundem o fato de “não partirem para o confronto” por “deixar a criança fazer o que ela quer.

Pondere a situação, avalie a necessidade daquele embate, veja se ele pode ser evitado e não coloque seu filho nas situações as quais você tem o conhecimento de que ele não te ouvirá.

Exemplo: Gabriel quer sempre fazer a mamadeira dele. “Mamãe, posso ajudar?” Quando ajuda, derruba o leite fora da mamadeira, então é claro que eu prefiro quando ele “não ajuda” mas quando eu respondo “não precisa”, é um show do choro. Pensando em como não oferecer esse “não” precisa, eu peço que ele “mexa o leite” para mim. Eu coloco as colheres, ele mexe um pouquinho todo feliz. Eu agradeço, tiro a colher dele, termino de mexer e não temos o embate!

4-) USE A ABUSE DO REFORÇO POSITIVO:

Elogie muito os comportamentos que você admira e gosta no seu filho. Não economize esforços para isso. Se você soubesse o poder dessa ferramenta, passaria o dia pontuando as “coisas boas”. Acredite, você quase não precisaria corrigir o que não está bom de tanto que essa criança repetirá “o bom” para te agradar.

Quando você trabalha incansavelmente nesse fator, fica mais fácil cobrar aquele “algo além” deles, por que você será ouvido mais facilmente.

Utilize os “pedidos extras” do seu filho para fazê-lo entender que você também espera algo mais com relação aquela questão “X” que você está com dificuldade. Converse sobre esses assuntos quando está tudo bem, quando vocês estão se ouvindo de maneira positiva.

5-) “A REGRA É CLARA!”

Ótima frase para usar nos esportes né? Por que ela é de fato clara. Porém, muitas vezes, para nossos filhos, a regra não é tão clara assim.

Em casas onde cada hora recebe um comando diferente, uma hora pode fazer aquilo que outra hora não pode somente pelo humor dos pais estar melhor ou pior, fica difícil para a criança aceitar que “agora” ela não pode.

Deixe claro para seu filho o que você espera dele, mantenha expectativas realistas, de acordo com cada faixa etária. Retome constantemente essas regras e expectativas, relembre-o.

Certifique-se também de que eles tenham compreensão das consequências quando não seguirem as regras.

6-) TRABALHE EM EQUIPE:

Educar exige bastante esforço, esteja certo de que pai e mãe estão “jogando no mesmo time”. A linguagem precisa ser única, os filhos precisam de referências firmes para sentirem-se confiantes.

Alinhe sempre o discurso entre pai e mãe, isso é muito importante.

7-) SEJA CONSISTENTE:

Mantenha seu plano consistente. Não mude aos primeiros sinais de frustração. Siga em frente acreditando que irá funcionar. Uma série de coisas precisam se ajustar até que funcione de fato, inclusive a fase “teste” pela criança de que “você irá desistir sim”.

Quando combinarem uma consequência para determinada atitude, não deixe passar, cumpra cada combinado. Cada parte é importante para atingirmos uma mudança de hábito.

Demonstre sempre seu amor, mesmo nos momentos de adversidade. É muito importante que seu filho sinta-se amado e protegido.

Deixe-o saber que você o ama. Perdoe-o por não ter te ouvido e aproveite a oportunidade para motiva-lo a melhorar “da próxima vez”.

Lembrando sempre que o que funciona para uma família pode não funcionar para outra. Então, sempre reveja suas estratégia e aprimore de acordo com o conhecimento que você possui sobre seu filho.

Muitos Beijos!!!

Mais links sobre Disciplina Positiva:

DESMISTIFICANDO A RIGIDEZ

Você se considera rígido?

Você acha que falta rigidez na crianção dos seus filhos?

Quando o assunto é educação infantil, ouve-se muito sobre a importância de “ser rígido” enquanto pai e/ou mãe. Meu convite nesse post é repensarmos a rigidez dentro dessa educação.

Eu sempre digo que temos dois caminhos diante da educação infantil: APAGAR OU PREVENIR o incêndio. Em muitos momentos, durante as sessões de psicoterapia, percebo que os pais, em grande parte das vezes, estão APAGANDO o incêndio ao invés de preveni-lo. Acredito eu que por conta de “desconhecimento” da situação, muitas vezes, já que o trabalho, teremos nas duas situações. Porém, quando imaginamos a situação do “apagar o incêndio”, o incêndio já ocorreu, tudo já queimou, danificou, virou cinzas…

Atitudes tomadas na educação infantil “pós incêndio” podem causar destruição também… podem causar mágoas e traumas.

A melhor saída é o evitar tudo isso trabalhando com a criança de maneira consistente preventivamente.

No vídeo abaixo, te explico mais detalhadamente este assunto, na sequência, deixo um post sobre várias dicas de Disciplina Positiva:

 

https://youtu.be/SOKd7jG-fZc

 

DISCIPLINAR SEM BRIGAR, SERÁ QUE DÁ?

Muitos Beijos!!!