28 semanas

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DIÁRIO DE GRAVIDEZ - 28 SEMANAS

Enfim, passei pela tão temida (por mim mesma) CURVA GLICÊMICA. 

Que exame detestável. Contei em detalhes como foi fazê-lo nessa gestação no vídeo abaixo (28 semanas – diário). 

O fato é que ESTOU LIVRE! Amém senhor!!!

Também fiz um ULTRASSOM OBSTÉTRICO + o ECOCARDIOGRAMA FETAL.

Estou aliviada com os resultados obtidos até o momento. Precisei desmarcar o médico por que ainda não estava com todos os exames nas minhas mãos então mostrarei para ele somente no próximo mês. 

Como promessa é dívida e prometi deixa a relação dos exames de sangue que fiz nesta semana, seguem: 

  • Curva glicêmica gestante 75g – 2 horas
  • Hemograma completo
  • Glicemia de jejum
  • Urina tipo 1
  • Urocultura c/ antibiograma
  • Tipagem sanguínea + RH
  • TSH
  • T4 livre
  • HIV
  • Hepatite B
  • Hepatite C
  • VDRL
  • Toxoplasmose
  • Rubéola
  • Citomegalovírus
  • Vitamina D
  • Ferro
  • Ferritina
  • Vitamina B12
  • Colesterol T+F
  • Triglicerides

FICHA TÉCNICA: 28 SEMANAS:

  • Último ultrassom: 28 semanas
  •  
  • Tamanho do bebê: 35,7 cm; 
  •  
  • Peso do bebê: 1200gr, aproximadamente;
  •  
  • Batimentos cardíacos no ultrassom desta semana 142 bpm;
  •  
  • Próximos exames que  agendados:
  • Ainda vou retornar no médico para pegar os próximos exames;
  •  
  • Ecocardio Fetal dopplerfluxometria colorido – “conclusão: Ecocardiograma dentro dos limites da normalidade.”
  •  
  • Curva glicêmica 75g, 2 horas – Dentro da normalidade.
  •  
  • Exames de sangue e urina – Vou levar para o médico olhar, foram muitos! 
  •  
  • Principais sintomas:  azia e muita felicidade.

 28 SEMANAS:

  • O bebê começa a estabelecer um padrão de sono x vigília;
  •  
  • Daqui para frente, o foco está no ganho de peso então ele começa a acumular gordura embaixo da pele;
  •  
  • Além do ciclo do sono, o bebê começa a regular a respiração e deglutição. 
Artwork made by Precious
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Artwork made by Precious
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DIÁRIO: 28 SEMANAS DE GESTAÇÃO: 

  • No vídeo ao lado consta todos os detalhes das minhas 28 semanas de gravidez.

Com 16 semanas é possível descobrir o sexo do bebê no exame Ultrassom Obstétrico. Quando descobri o sexo da minha bebê, na semana passada e contei todos os detalhes no post: “PARA VOCÊ BEBÊ! A DESCOBERTA DO SEXO“.

Essa questão “menino ou menina” é bem comum durante o início da gravidez e para muitas mamães a ansiedade chega a ser incontrolável. 

Para passar o tempo e dar uma amenizada na ansiedade, pode ser feito o exame de SEXAGEM FETAL, cada dia mais acessível financeiramente, mas para as mamães que decidem esperar como eu, podemos passar o tempo brincando de Simpatias-e-curiosidades-para-descobrir-o-sexo-do-bebê . Eu fiz várias delas nessa gestação e mostrei os resultados no vídeo ao lado:

VEJA TAMBÉM:

Já começou a pensar no seu enxoval? Eu tenho um guia completo que sempre busco atualizar para te ajudar… Veja o post ao lado! 

MENINO OU MENINA? REVELAÇÃO DO SEXO DO BEBÊ

REAÇÃO DOS MENINOS QUANDO DESCOBRIRAM QUE TERÃO UM IRMÃOZINHO(A)

REVELANDO A GESTAÇÃO PARA MEUS FILHOS (VÍDEO COMPLETO):

  • Assistindo o vídeo simultaneamente;
  • Reação dos meninos à gravidez;
  • Vídeo exibido para revelar a gravidez para meus filhos.

DIÁRIO: 27 SEMANAS DE GESTAÇÃO: 

  • No vídeo ao lado consta todos os detalhes das minhas 27 semanas de gravidez.

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VEJA TAMBÉM:

Nenhuma gestante é igual a outra! Sentiremos tudo de formas diferente e está tudo certo. Para confirmar essa premissa, fiz um vídeo comparando a minha própria gravidez: gestação do Gabriel x gestação da Melissa! No vídeo, falo sobre tudo o que está acontecendo nas minhas 20 semanas de gestação: sintomas, dúvidas, ansiedades, preocupações, questionamentos… 

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VEJA TAMBÉM:

Minha história não foi nada fácil até chegar aqui. 

Tenho 02 filhos, um de 08 e outro de 04 anos e há 02 anos eu luto pela terceira gestação. Após perder 03 gestações por volta de 07 semanas, estou buscando a sanidade mental em meio a tudo o que estou vivendo: um misto de insegurança, medo, alegria e gratidão. 

Todo meu histórico até chegar no diário de hoje, está aqui embaixo: 

FERTILIZAÇÃO, VOCÊ JÁ PENSOU NISSO?

Quando eu passei pelo processo da minha segunda perda gestacional, Fernando e eu decidimos buscar um profissional da área de reprodução humana que pudesse fazer uma investigação dos possíveis motivos que estavam fazendo com que eu não conseguisse manter a gestação (eu perdi 03 gestações e na sequência desse post eu conto os detalhes de cada uma delas). 

Fizemos uma bateria gisgantesca de exames, tudo o que foi encontrado não justificava a minha perda, então, a conclusão que chegamos foi “idade”. Meus óvulos não estavam mais nas suas melhores condições e MUITO PROVAVELMENTE este era o motivo das perdas: má formação genética. 

No vídeo abaixo, eu conto em detalhes sobre essa má formação:

 

VÍDEO 1 – SÉRIE FERTILIZAÇÃO PASSO A PASSO:

  • Todo o passo a passo para uma FIV (Fertilização in vitro) : 

    • Quando a gestação vira o principal objetivo da vida;
    • Por que não quis me informar sobre a FIV antes de fazer;
    • Lado bom e lado ruim de não se informar a respeito da FIV;
    • As injeções que são aplicadas para o tratamento antes da fertilização.

VÍDEO 2 – SÉRIE FERTILIZAÇÃO PASSO A PASSO:

  • Coleta dos óvulos maduros: como funciona?
  • Ida para o centro cirúrgico para retirada dos óvulos;
  • Assinando a papelada para a internação;
  • Meu pós operatório na clínica, minha conversa com o Fernando;
  • A quantidade de óvulos retirados;
  • Quantos fecundaram;
  • Quantos embriões se formaram depois de tudo;
  • Biópsia e análise genética do embrião, como funciona?

EMBRIÃO EUPLÓIDE, ANEUPLÓIDE? O QUE É ISSO?

Para ser considerado um embrião saudável, ele precisa ser EUPLÓIDE. 

Um embrião aneuplóide é um embrião com alterações genéticas e irão de simples à complexas. O fato é que, um embrião aneuplóide, provavelmente não desenvolverá numa gestação. Veja o resultado da minha análise após a biopsia dos 06 embriões enviados:

Lembrando que, esses resultados são de óvulos devidamente tratados para uma fertilização. Onde tanto eu, como meu marido tomamos medicações para melhorar a qualidade do material genético. 

Ao receber esse resultado, compreendi os motivos dos meus 03 abortos espontâneos. 

Na hora foi um baque, fiquei profundamente chateada e questionadora (como todo o processo de luto), porém depois agradeci a oportunidade de, em meio a tudo isso, encontrar ali embriões possíveis de serem implantados. 

VÍDEO 3 – SÉRIE FERTILIZAÇÃO PASSO A PASSO:

  • O que aconteceu com os meus embriões?
  • Como é a comunicação com as embriologistas;
  • Acompanhamento da evolução dos embriões;
  • Meu emocional diante das notícias sobre os embriões;
  • Meu real problema para engravidar;
  • Embriões euplóides x aneuplóides;
  • Como me senti depois de receber os resultados da análise genética;
  • Minhas reflexões a respeito da FIV

Esses três primeiros vídeos contam sobre a primeira parte do meu procedimento. Continuarei contando todos os detalhes sobre a minha fertilização nos próximos posts… Daqui para baixo, você tem cada uma das minhas 03 perdas gestacionais detalhadamente.Mas uma coisa eu te adianto: não existe um mal que dure eternamente. Confie! Felicidades!!! 

VÍDEO 4 – SÉRIE FERTILIZAÇÃO PASSO A PASSO:

  • Como foi o dia da transferência do embrião;
  • No dia da menstruação, começamos acompanhar a preparação do útero para a transferência;
  • As medicações que tomei para essa preparação;
  • O corpo começa a simular uma gestação através das medicações;
  • Como é o preparo para o processo de transferência do embrião;
  • O procedimento é indolor;
  • A transferência é assistida através de ultrassom;
  • O embrião é implantado;
  • O repouso e os cuidados pós transferência do embrião;
  • O Beta HCG após a fertilização;
  • Teste de gravidez.

VÍDEO 5 – SÉRIE FERTILIZAÇÃO PASSO A PASSO:

  • Resultado da transferência;
  • Emocional após a transferência;
  • Expectativa diante da fertilização;
  • Como é ver o teste de gravidez POSITIVO após várias perdas gestacionais;
  • Medo do ultrassom transvaginal;
  • Trauma de ultrassom;
  • Quantos dias para fazer o Beta HCG após a transferência do embrião;
  • Beta HCG indica evolução do embrião;
  • Quem somos nós para desistir por achar que “não é pra ser”?;
  • Qual o limite da luta por uma gravidez?
  • Meu apoio às tentantes.

VEJA TAMBÉM:

Esse é um capítulo triste da história da minha vida. Quando passei por um aborto, na primeira vez, eu não sonhava tudo o que eu ainda teria que enfrentar pela frente. 

Foi muito difícil e sofrido, por isso demorei tanto para conseguir fazer esse post cheio de detalhes. Entrar em contato com o assunto me causava muita dor.

Hoje em dia, consigo olhar para o passado e entender que é a minha história, que eu teria que vivê-la e aprender com tudo isso. 

No post abaixo, contei em detalhes TUDO sobre a minha gestação até perda gestacional. 

Foi um embrião que não evoluiu, não chegou a bater o coração. De todas as perdas que eu vivenciei, a mais sofrida! Por que eu não esperava. Embora eu tenha sofrido um bocado em todas elas, dessa vez eu não fazia ideia que eu passaria por isso em toda a vida. 

 

Em Janeiro de 2019, minha menstruação atrasou, compramos um teste de farmácia e deu positivo. Eu acreditei que pudesse estar grávida, fui no pronto socorro e pedi para fazer exames para confirmar. Meu Beta HCG deu 25 = inconclusivo. Repeti dias depois, ele abaixou; ou seja, não evoluiu novamente. Nem considerei uma perda dessa vez, se eu tivesse considerado, não teria perdido 3 e sim 4 gestações, mas ficou esse mistério no caminho. 

Em Fevereiro de 2019, minha menstruação atrasou novamente, fiz o exame e grávida! Dessa vez, corri para o pronto socorro e tinha coração sim. Porém, segundo o médico, era tão pequenininho ainda e “não está batendo com a sua última menstruação, que acredito que sua conta esteja errada”. Mas o médico foi super legal comigo, me acalmou, disse que ainda estava cedo e que eu teria que acompanhar. 

Dias depois, voltei lá e já estava até com descolamento. Ou seja, a gravidez não estava evoluindo da forma que deveria. Embora o médico ainda conseguisse identificar os batimentos cardíacos, não estava evoluindo bem e perdi de novo.

Gravei uma série de vídeos sobre a minha SEGUNDA PERDA gestacional, onde detalhei TUDO O QUE VIVI. Estou postando esses vídeos na sequência: 

Após a perda da minha segunda gestação, eu me tornei quem eu mais temia: aquela que passa a viver esse sonho como objetivo de vida. 

Durante esse meio tempo, rolaram muitos pensamentos, dúvidas, reflexões, incertezas, crenças equivocadas… Tudo o que você pode imaginar. 

Um dos pensamentos (crença) mais intensos na minha mente era: “minha família deve estar completa, por isso estou perdendo”. 

Mas uma coisa é certa! Quando você coloca um objetivo em mente, você não consegue se desvincilhar dele até que TODAS AS FICHAS sejam apostadas. E eu sentia que ainda não havia apostado todas. 

Nesse momento, Fernando e eu optamos por procurar uma área específica da medicina, a de reprodução humana, para investigarmos tudo o que poderia estar acontecendo conosco. 

Fizemos uma bateria ENORME de exames. Em todos eles, os resultados estavam bons. Fui barrada nos seguintes:

CURVA GLICÊMICA: segundo a médica, eu estava apresentando uma resistência à insulina. Ou seja, minha glicemia estava até ok, mas depois de tomar aquele líquido doce horroroso (você já fez esse exame???? Até hoje eu questiono o porquê daquele exame não poder ser feito com uma lata de leite condensado e sim com aquele líquido horroroso de doce, sabor limão); retomando o foco, após tomar esse líquido, é retirado sangue em 30, 60 e 90 minutos depois. A minha curva demorou além do normal para abaixar. Tive que fazer um tratamento medicamentoso para isso, porém, segundo a médica, não era o que justificaria as minhas perdas anteriores. De qualquer maneira, ela acreditou ser importante o tratamento antes de uma nova gestação. 

 VÍDEO HISTEROSCOPIA: Um exame no qual uma câmera entra no útero, assim como na endoscopia ela entra no nosso estômago. A diferença é que para esse exame não somos sedadas e confesso ser um pouco incômodo, nada absurdo, mas incomoda. O incômodo maior foi o resultado do meu exame onde constou uma “sinéquia”. Eu conto em detalhes sobre tudo isso nos vídeos abaixo mas, o fato é que isso também não justificava as minhas perdas anteriores uma vez que, mesmo que fosse real, eu não tinha essa sinéquia até fazer a curetagem que foi feita na minha segunda perda gestacional. 

Enfim… O mais provável a ser considerado nas minhas perdas era o DNA (data de nascimento antiga) e o DNA literalmente, a má formação genética por conta dos óvulos já estarem com a “data de nascimento antiga”, rsrsrsrsrsrsrs… hoje eu consigo até brincar com isso, mas eu SOFRI MUITO. 

Na sequência, apresento os vídeos divididos por temas sobre todos os detalhes dessa minha perda e no final desse post você encontra os posts da minha primeira e segunda perda gestacional. 

 

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